"Decifra-me, disse eu á esfinge...
Um neo hippie talvez; cruzamento de mitos, profecia de runas, predestinado por velhos escritos, do espetáculo da vida contrarregra, encontro do peixe fora d’água com a ovelha negra.
Transtorno Poético.
I really, really do.

I really, really do.

"Tudo nessa vida é merecimento. O que a brisa leva, volta com vento."
…

Nhaaaaaaam!

Nhaaaaaaam!

^^ 

^

Controlar os próprios sentimentos não é impossível. Frieza é apenas uma questão de prática.
Sereno.
(há uma música que eu gostaria
de escutar abraçada ao teu peito
sem me importar com a voz do intérprete
sem me importar com o clima
sem me importar se a cadeira do teatro
está machucando minha lombar
sem me importar se vou acordar amanhã
há uma música que eu gostaria
de escutar abraçada ao teu peito
e é o som da vida:
o teu coração)
(Thayane Thandra)
Me sinto tão velho, doído, machucado. Quase um enfermo convalescendo de verdade. Esperando o tempo passar. Esperando as paredes brancas, encardidas ficarem, e as frestas das janelas chorarem com a ventania em chuva lá fora. Me sinto tão velho. Tão doído. Um enfermo, sentado observando o céu que se desnuda ao amanhecer. Não eu não gosto das manhãs de sol. Odeio os dias ensolarados e o cheiro de praia. Prefiro quando é noite, quando venta. Quando posso olhar mil e um janelas acesas da minha varanda ao som da voz de uma cantora frondosa num bom e velho toca discos. Eu sou tão velho. Doído. Enfermo. Permaneço sentado, perdendo a vitalidade, o tempo e o sorriso.
Sócrates.